Jorge Heitor
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Carta ao Presidente da Câmara de Torres Vedras
A Líbia em desagregação
25 partidos em Timor-Leste
Reis portugueses com sangue estrangeiro
A fragilizada Líbia pós-Kadhafi
 
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Isto é uma espécie de diário; ou de local de apresentação de coisas que para alguns poderão ter algum interesse. Peço desculpa aos que não gostam de mim e me consideram velho ou ultrapassado. Eu sou quem sou, gota a gota, dia a dia. E esforço-me por chegar aos 64 anos; agora já na situação de reforma.

Veja os últimos 5 tópicos:

Carta ao Presidente da Câmara de Torres Vedras ---->
Senhor Presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras:

O país está em crise, não está para carnavais.

Se o senhor quer brincar, brinque aos fins de semana; não a nenhuma segunda nem terça.

Se nem sequer fazemos feriado para assinalar a Restauração da nossa nacionalidade, como é que queria que o país parasse para ir a uma terça-feira divertir-se nas ruas de Torres Vedras, de Ovar ou de qualquer outro lado.

O Carnaval é uma coisa muito antiga, da Grécia de antes de Cristo, não é dos dias de hoje, com a União Europeia mergulhada numa profunda crise e o desemprego em Portugal a aproximar-se dos 14 por cento.

Se quer ajudar os seus munícipes, empregue-os a fazer ruas, praças, escolas, creches e outras coisas assim. Não incentive os demais portugueses a faltarem ao trabalho para se transformarem em foliões como os que há 2.500 anos havia na Grécia antiga.

O tempo é de acabar com maus hábitos e de aumentar a produtividade, para que daqui a três anos já se possa viver menos mal.

A bem da República Jorge Heitor
 

A Líbia em desagregação ---->
Ao destruírem o sistema dirigido por Muammar Kadhafi, a França, o Reino Unido e os Estados Unidos poderão muito bem ter destruído a própria Líbia, tal como a conhecíamos há 30 ou há 40 anos. Poderão tê-la remetido para um aglomerado de tribos, a fazer lembrar os clãs da Somália.
O país chamado Líbia poderá muito bem vir a ficar esvaziado de sentido, esquartejado, repartido entre a Tripolitânia, a Cirenaica e Fezzan, as realidades a partir das quais foi construído.
 

25 partidos em Timor-Leste ---->
25 political parties have registered themselves with the National Election Commission (CNE) to participate in this year's legislative elections, in Timor-Leste:

1. Assosiação Social Demokrata Timorense -ASDT; Presidente;Presidente Fransisco Xavier Do Amaral
2. Frente Revulusionária do Timor-Leste Independente - FRETILIN ;Presidente; Fransisco Guterres”Lu-olo”
3. Congreso Nasional de Reconstrução de Timor-Leste - CNRT; Presidente; Kay Rala Xanana Gusmáo.
4. Klibur Oan Timor As’wain- KOTA; Presidente; Manuel Tilman.
5. Partidu Democrático – PD ;Presidente; Fernando De Araujo”Lasama”
6. Partidu Social Democratica – PSD; Presidente; Zacarias Albano Da Costa
7. Partidu do Povu de Timor – PPT; Presidente ; Jacob Xavier
8. Partidu Unidade Nasional – PUN; Presidente; Fernanda M. Borges
9. Partidu Democrática Repu’blika de Timor – PDRT; Presidente; Gabriel Fernandes
10. Unidade Nasional Demokra’tika da Resiste’nsia Timorense -UNDERTIM; Presidente;Cornelio Gama L-7
11. Partidu Democratica Cristão – PDC; Presidente; Antonio Ximenes
12. Partidu Socialista Timorense – PST; Presidente; Avelino M. Coelho
13. Partidu Nasional Timorense -PNT; Presidente; Abilio De Araoujo
14. Partidu Republikanu PR; Presidente; Joao Saldanha
15. Partidu Milineum Demokraticu – PMD ; Presidente ;Hermengildo Cupa
16. União Democraticu Timorense -UDT; Presidente; Gilman Exposto
17. Partidu Desenvolvimento Nasional – PDN; Presidente ; Fernando Gusmao
18. Partidu Liberta Povu Aileba - PLPA: Presidente ;Fransisco Gomes
19. Kmanek Haburas Unidade Nasional Timor Oan - KHUNTO; Presidente; Armanda Berta Dos Santos
20. Partidu Trabahlista Timorense -PPT; Presidente Angela Freitas
21. Frente de Reconstrução Nasional de Timor-Leste - FRENTI MUDANCA; Presidente; Vitor da Costa
22. Partidu Democrática Liberal - PDL; Presidente; Marito de Araujo
23. Partidu Democráticu Timorense - PDT; Presidente; Alianca da Conceicao Araujo
24. Associação Popular Monarquia Timorense - APMT; Presidente; Eng. Pedro da Costa Ramalho
25. Bloku Proklamador - B- PRO PDRT PMD, Sekretariu Geral: Arlindo Marcal
 

Reis portugueses com sangue estrangeiro ---->
Interferências externas em terra lusitana (ou os primórdios da troika): Veio Henrique de Borgonha e fez a Teresa de Leão um filho, Afonso Henriques, que se casou com Matilde de Sabóia e ficou a mandar nas terras entre Guimarães e Coimbra. O filho de Afonso e Matilde, Sancho I, casou-se com Dulce de Aragão, tendo nascido Afonso II, que casou com Urraca de Castela. Um dos filhos dele, Afonso III, casou-se em segundas núpcias com Beatriz de Guillén, castelhana, e nasceu Dinis, que casou com Isabel de Aragão. Tudo isto gente que se poderia considerar estrangeira, pois que não tinha sangue duriense, nem beirão nem ribatejano. Ou seja, os afonsinos eram um perfeito produto de cortes estrangeiras; e de modo algum alguém proveniente de famílias criadas em Cinfães do Douro, Alcaíns ou Santarém.
Afonso IV, filho de Dinis e Isabel, casou com uma princesa castelhana; e de igual modo seu filho, Pedro I, mas este teve por artes fazer a Teresa Lourenço aquele que seria D. João I, o fundador da dinastia de Aviz e possivelmente o primeiro soberano português com algum sangue destas bandas. Ou pelo menos da Galiza, pois que existem dúvidas sobre se a tal Teresa era galega ou lisboeta.
Ao que consta, o Mestre de Aviz foi criado na zona de São João da Praça, actualmente integrada na freguesia da Sé. De certo modo, um "alfacinha", o que explica como é que caiu no goto da população de Lisboa, durante a crise de 1383-1385.
Logo a seguir, porém, contraiu D. João I matrimónio com uma aristocrata britânica, Filipa, filha de John of Gaunt, duque de Lancastre.
Não havia nada a fazer. Os nossos chefes de Estado eram por essa altura, quase todos eles, o produto de cruzamento entre diferentes famílias nobres europeias.
 

A fragilizada Líbia pós-Kadhafi ---->
Kader Abderrahim est professeur associé à l'université de Californie et maître de conférences à Sciences Po Paris.

Quelle analyse faites-vous des combats qui ont eu lieu lundi 2 janvier à Tripoli entre des groupes d'ex-rebelles ?

Ces affrontements posent une question de fond qui est celui du désarmement des milices auquel le Conseil national de la résistance (CNT) n'est pas parvenu. Ces milices qui se sont constituées pour combattre Kadhafi à Misrata, Syrte ou Tripoli, réclament aujourd'hui des contreparties politiques pour déposer les armes abondamment reçues pendant l'insurrection. Or le CNT, qui est actuellement dans une période intérimaire, entre la rédaction d'une Constitution et l'organisation des élections, ne dispose que d'une marge de manœuvre très réduite. La situation est chaotique et ce n'est pas une surprise. Il y a de vrais risques de dérapages et des menaces directes contre le CNT.

Quel rôle jouent les milices dans la Libye d'aujourd'hui ?

Celui de groupes majoritairement aux mains des islamistes qui défendent leurs intérêts locaux ou régionaux dans un pays en situation post guerre civile. Les armes puisées dans l'arsenal de l'ancien régime sont pour l'instant un bon argument pour garder de l'influence et peser sur les choix politiques. Le CNT n'a pas toute l'autorité ni les moyens militaires ni la volonté politique d'entrer en confrontation avec ces milices. Les dirigeants du CNT cherchent à faire progresser l'Etat sur les plus petits dénominateurs communs : la mise en place d'un ministère des infrastructures pour relancer l'économie, ou encore la création d'un ministère de l'hydraulique pour l'acheminement de l'eau. Des sujets sur lesquels tout le monde est d'accord. Pour le reste je ne suis pas optimiste à moyen terme. La déclaration du président du CNT, Moustapha Abdeljalil, qui assure mercredi craindre une guerre civile, est un aveu d'impuissance.

La nomination mardi d'un chef d'état-major de l'armée laisse-t-elle entrevoir une amélioration ?

Rappelons qu'il n'y avait pas de ministre de la défense depuis l'assassinat du général Abdel Fattah Younès en juillet. Un acte qui témoignait déjà des dissensions au sein du mouvement des rebelles. Le nouveau chef d'état-major Youssef Al-Mankouch n'est pas un personnage de premier plan et il prend la tête d'une armée embryonnaire qui a pour mission d'intégrer les milices en son sein, une mission très délicate qui ne se fera pas sans l'arbitrage des islamistes. Rappelons que l'influence des islamistes au sein du CNT, de l'armée mais aussi des milices est très important. Mohammed Belhaj, gouverneur militaire de Tripoli, fondateur du Groupe islamique combattant en Libye et autrefois proche d'Al-Qaida, dispose ainsi d'une influence considérable.

Exprimant leur inquiétude après les violences, les Etats-Unis ont proposé d'aider le pays à intégrer ces milices aux forces armées. Cette proposition a-t-elle une chance d'aboutir ?

Notons tout d'abord qu'il n'y a eu aucune réaction occidentale aux affrontements dont nous parlons hormis celle des Etats-Unis. Ce qui est plutôt étonnant pour des pays comme la France qui se sont autant impliqués dans la région. Quant à la proposition formulée par la porte-parole du département d'Etat, Victoria Nuland, on voit bien les intérêts énergétiques et stratégiques américains. Ne nous voilons pas la face, cette aide est déjà effective sur le terrain, elle l'a été pendant la guerre et continue aujourd'hui. Pour autant, il y a un pas entre cette collaboration officieuse et une coopération officielle. De mon point de vue, ce genre de coopération viendra plus sûrement de certains pays très conservateurs du Golfe, comme le Qatar par exemple, qui joue déjà un rôle de pondération des islamistes, que ce soit en Libye ou en Tunisie.
Propos recueillis par Simon Piel/Le Monde
 
 
 
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