Isto é uma espécie de diário; ou de local de apresentação de coisas que para alguns poderão ter algum minteresse. Peço desculpa aos que não gostam de mim e me consideram velho ou ultrapassado. Eu sou quem sou, gota a gota, dia a dia. Veja os últimos 5 tópicos:
D. Januário Torgal, D. Basílio do Nascimento, Chico Buarque, Mia Couto, José Mattoso e Eduardo Lourenço são alguns dos signatários de uma carta contra a hipótese de a Guiné Equatorial ser membro de pleno direito da CPLP.
Manuel Alegre e Ana Gomes também estão contra a adopção desta ditadura pela comunidade lusófona. |
Polícia deteve homem que matou mulher para lhe retirar vagina para venda
A Polícia Nacional angolana deteve na última semana, no município do Cuango, província da Lunda Norte, um homem que tentava vender o órgão genital de uma mulher que confessou ter morto.
A notícia, divulgada pela emissora católica de Angola, avança que o homem de 50 anos é natural da província do Huambo e já há alguns anos vem praticando esse tipo de crimes.
Segundo a Rádio Eclesia, que cita um activista de direitos humanos da província da Lunda Norte, o acusado confessou à polícia de investigação criminal ter morto 11 mulheres em 2008 para lhes retirar a vagina e vender.
O último negócio feito em 2008 rendeu-lhe, segundo a fonte, seis mil dólares, pela venda do órgão genital da sua última vítima, embora se desconheça o fim a que se destinava. As práticas de feitiçaria estão, geralmente, por detrás deste tipo de actividade macabra.
Este ano, a primeira vítima foi uma mulher, de 55 anos, que se encontrava a trabalhar na sua lavra, na região do Cafunfo, onde foi surpreendida pelo homicida. A detenção do homem ocorreu no município do Cuango, para onde se havia deslocado com o objectivo de concluir o negócio.
De acordo com o activista, o autor do crime foi detido pela polícia, em casa do seu suposto alegado cliente, também de nacionalidade angolana, que está em fuga.
A polícia está a investigar o caso para obter mais informações, prometendo pronunciar-se sobre o assunto em breve.
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A Guiné Equatorial, dirigida de forma não democrática por Teodoro Obiang Nguema, vai passar a ser, segundo tudo indica, membro de pleno direito da CPLP, a partir do fim deste mês.
Nenhum dos países lusófonos disse ainda que vetava a entrada daquele regime autocrático na comunidade de que são principais pilares Portugal, o Brasil e Angola. |
No passado 29 de Junho de 1948
Principiou a época do apartheid
Foi há 62 anos que o Partido Nacional sul-africano, dos brancos conservadores, ganhou as eleições, usando como palavra de ordem o apartheid; ou seja, a segregação racial. A nova legislação dividiu os habitantes da África do Sul em “negros”, “brancos”, “de cor” (mestiços) e “indianos”, sendo estes não só os naturais da Índia, mas também os do Paquistão e de outros países asiáticos.
Foram segregadas as áreas residenciais, muitas vezes através de remoções forçadas das populações dos locais onde estavam a viver. E a partir de 1958 os negros foram privados de cidadania sul-africana, tornando-se legalmente cidadãos apenas de de uma das dez pátrias tribais autónomas chamadas bantustões, quatro das quais se tornariam estados independentes, mas apenas aos olhos das autoridades de Pretória, sem que o resto do mundo o reconhecesse.
Na saúde, na educação e em outros serviços públicos, os negros, que constituem a maioria da população da África do Sul, também foram segregados. Até que, em 2 de Fevereiro de 1990, na abertura do Parlamento, o Presidente Frederik de Klerk reconheceu que o apartheid havia fracassado e legalizou os partidos que se encontravam proibidos, a começar pelo Congresso Nacional Africano (ANC).
A ficção durara 42 anos e em 2005 o partido que a tentara tornar realidade acabou por se desmantelar, indo uma parte do que dele restava integrar-se precisamente nas fileiras do ANC, de Nelson Mandela, Thabo Mbeki e Jacob Zuma. J.H. |
O Governo e o Presidente da Guiné-Bissau fizeram hoje a vontade ao chefe do levantamento do dia 1 de Abril, general António Indjai, nomeando-o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas.
Quanto ao anterior titular do cargo, o almirante Zamora Induta, encontra-se detido desde aquela data e foi hoje exonerado.
O Governo do PAIGC fez a vontade aos militares golpistas e ao PRS, principal força da oposição, propondo ao Presidente Malam Bacai Sanhá a legalização das alterações verificadas no dia 1 de Abril. |
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