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Despertar
2011-03-16

Meu eu anda tão só,
Pedinte nas labaredas da nostalgia,
Farrapo humano que só na Cruz encontraria
O saciar de uma sede presente em seu derredor.

Em meu peito eclodem as dores do mundo
Tão formosas e ao mesmo tempo tão banais
Que agitam impiedosas meus circuitos cerebrais
Deixando liberta a volúpia do meu eu vagabundo.

Em minh'alma o amor navega na solidão
Em busca de um bálsamo que é o alimento
Configurado na fé e na força dos ventos...

Em silêncio dorme profundo meu coração
Massageado pelas carícias de um mundo velho
E despertando na aurora sublime do Evangelho!
Ivan de Oliveira Melo

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