ética na economia e no investimento público e privado
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Códigos de Ética e Códigos de conduta
Ética empresarial
A mudança
Para reflexão!
O empresário?



O equilibrio entre o investimento privado depende do balanço que o sector público lhe permite. As questões aqui suscitada,situadas num campo ético, vão mais além....

O meu nome é Artur Victoria. Como responsável da representação da A.D.E.S.G. Europa uma breve explicação institucional.
Os nossos estudos têm carácter interdisciplinar, enfatizando o Poder Nacional, a procura de opções estratégicas enquanto colige dados da realidade actual, para visualizar o futuro, por análise. A metodologia de planeamento e decisão, debaixo da óptica de ferramentas diferentes e aplicações apropriadas para cada estudo ou investigação, considerarão a essência democrática do cidadão, da administração pública, enquanto impondo a aplicação de meios para o conseguir dos Objectivos Nacionais e dos segmentos diferentes da Sociedade. O estudo, análise e debate de questões de interesse nacional, enquadram o priorado da segurança do ser humano e do Bem.

Veja os últimos 5 tópicos:

Códigos de Ética e Códigos de conduta ---->


Os códigos de conduta ou códigos éticos são mais que um guia para o comportamento dos empregados. Definem a filosofia da empresa perante terceiros.
Como distorções surgem casos em que assumem uma forma de controlo do poder dos empregadores. Casos há em que um código ético nos negócios pode até constituir uma salvaguarda quando um empregado é "forçado" por um superior a cometer um acto "sujo" ou pouco ético.

Esta matéria deve estar correlacionada com as chamadas "boas práticas empresariais"
 

Ética empresarial ---->


As novas tábuas da lei, aquelas que, com ironia, segundo Ricardo Petrella, consagram a aliança entre o novo deus do nosso tempo (o mercado) e os grupos dirigentes das sociedades desenvolvidas, resumir-se-iam a seis mandamentos: mundialização (deverás adaptar-te à actual globalização dos capitais, dos mercados e das empresas), inovação tecnológica (deverás inovar sem cessar para reduzires os custos), liberalização (o mundo deve transformar-se num mercado único), desregulação (o poder deve ser dado ao mercado), privatização (a empresa privada deve governar a sociedade, eliminando-se as empresas públicas e os serviços públicos), competitividade (para sobreviveres deverás ser o mais forte).
O individualismo metodológico que lhe é subjacente implica que tal visão, de uma maneira redutora, permaneça num primeiro patamar de uma visão ética, o da relação consigo próprio (ética na acção). Mas uma visão ética pressupõe igualmente a relação com o outro (ética na interacção) e sobretudo a relação com o terceiro ausente, anónimo (ética nas instituições). Esta implica a existência de regras, as quais devem ser regidas pelo sentido de justiça.
 

A mudança ---->


Anos atrás, quando as corporações ainda desejavam empregados que apenas cumpriam ordens, pesquisas de empregados e walk around management (MBWA) eram ferramentas adequadas e eficazes. Elas ainda conseguem produzir respostas úteis sobre questões rotineiras [...], o que elas não fazem é deixar que as pessoas reflitam sobre seu trabalho e comportamento. Elas não incentivam a responsabilidade individual. E não revelam informações potencialmente ameaçadoras e embaraçosas capazes de motivar a aprendizagem e gerar uma mudança autêntica (ARGYRIS, 2001, p. 86).
 

Para reflexão! ---->


Lobby para Bobbio (2000, p. 64), é:
“uma transmissão de mensagens do grupo de pressão aos decision-makers, por meio de representantes especializados, (legalizados, como nos EUA, ou não) que podem ou não fazer uso da ameaça de sanções.”

sociedade? -Coincide com o “discurso” ou ideologia do governo?
-Qual é o nosso poder político de imposição? Qual o atractivo (político, ideológico, económico, eleitoral) que nosso pleito representa?
-Qual a imagem política de nossa região? -Quais os nossos pontos fortes e fracos? -Qual é o poder de barganha de nossos possíveis aliados?”
(Lodi, 1986, p. 53)
 

O empresário? ---->


O utilitarismo de Bentham não é o mesmo, é claro, que temos hoje em dia. Mas suas características fundamentais aí estão, e são estas:

- As nossas ações são valorizadas não por si mesmas, mas pelas conseqüências que podem acarretar;
- A medida das conseqüências de nossas ações é sua utilidade, no sentido de utilidade como um bem em si mesmo;
- O bem em si é a felicidade, entendida como satisfação das necessidades e interesses humanos;
- O elemento afetado por nossas ações pode ser um indivíduo ou uma comunidade, entendida como o somatório dos interesses dos indivíduos que a compõem;
- O conteúdo da felicidade é deixado a cada indivíduo eleger;
- O que vale é a felicidade geral, isto é, a felicidade de todos os afetados pela ação.
 
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