POETAS ALMADENSES
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António Boieiro
2006-08-31

António Boieiro reencarnou nesta vida a 1 de Fevereiro de 1970 num ponto do Universo conhecido por Almada.
Dedica-se à luta poética desde sempre e para sempre, tendo travado duras "batalhas" que ficaram conhecidas nas mentes das gentes por: "O Incesto", "Poetry of Shadows" e "Presságio", estas cantadas. Outras como, "Que o acordar seja o anoitecer", "Sem cravo na lapela" e "Doce Cicuta", através da declamação teatralizada.
Outras ainda foram travadas nas folhas de papel e dão pelos nomes de: Suave Negro Hábito, Contos da Lua Nova, Uma Dúzia de Páginas de Poesia (Caderno n.º 8 da colecção Index Poesis) e Esta Doença que é Escrever.
Na frente do combate poético dinamizou várias sessões de declamação de poesia "vadia" e de "incentivo".
Actualmente meteu na cabeça que tem de travar uma batalha épica chamada 1.º Encontro de Poetas Almadenses.
Poetas Almadenses


 
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