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Dragão de Komodo
2007-11-22
O dragão-de-komodo ou crocodilo-da-terra é um réptil que vive na ilha Komodo e adjacentes (Rinca, Padar e Flores), na Indonésia. É a maior espécie de lagarto conhecida, e foi descoberto oficialmente pela ciência apenas em 1912. Encontra-se protegida por lei, devido à ameaça de extinção.
[editar] Descrição
Robusto e com aparência de dinossauro, pode medir até 3,5 m de comprimento e pesar até 125 kg. A cor de sua pele é cinzenta e marrom. A sua dieta baseia-se em porcos selvagens (javalis), cabras, veados, búfalos, cavalos, macacos, dragões-de-komodo menores, insectos e até pessoas. Também se alimenta de carniça de animais, e com o seu faro pode localizar uma carcaça de animal a quilômetros de distância, sendo capaz de devorá-la por completo.
Cada uma das quatro patas do dragão-de-komodo possui cinco garras. No interior de sua mandíbula habitam bactérias letais, sendo que os animais que conseguem escapar de suas garras acabam morrendo por infecções.
Para se alimentar de animais vivos, o dragão derruba a sua vítima com a sua cauda e depois corta-o em pedaços com os dentes. Quando o animal é grande como um búfalo, o dragão ataca-o sorrateiramente com uma mordida e espera o animal morrer pela infecção produzida pelas bactérias. O lagarto segue a vítima durante algum tempo até que a infecção se encarrega de prostrá-la, quando é então calmamente devorada. Costuma comer primeiro a língua e as entranhas, suas partes preferidas.
São ovíparos, colocando de quinze a trinta e cinco ovos na areia por fêmea no fim da estação das chuvas. Os ovos se abrem depois de seis a oito semanas. Ao nascer, os pequenos dragões têm de 20 a 25 centímetros de comprimento. Vivem, em média, cinqüenta anos.
Nas ilhas onde são encontrados, os dragões-de-komodo são uma grande atração turística, apesar de um turista já ter sido morto por um deles. Mas normalmente não são animais agressivos, já que os habitantes locais convivem com eles diariamente nas praias.
manuel
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