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***** PAOLA OLIVEIRA A PROTAGONISTA DA NOVELA DAS SEIS ******
2006-11-09


Revista Contigo. Edição 1625
capa

Protagonista da novela das 6 fala sobre sexo, casamento e intrigas que surgiram na época de Belíssima
Essa Gata arasa Coracóes Amigos.
Bjos coracáo de todos Roberto Secio.

Paola Oliveira
''Sou do tipo certinha''
Por Ana Carolina Soares
Fotos Ernani D'Almeida
Ernani D'Almeida.

No colégio, ela era do tipo estudiosa. Seu maior sonho é casar na igreja com o namorado, o ator Hudson Senna. Mas confessa ser ciumenta e até confere o celular dele para saber quem ligou


Em menos de dois anos, Paola Oliveira saltou de coadjuvante para estrela de novela. Deixou para trás a vida no modesto bairro da Penha, em São Paulo, para se transformar num dos principais talentos da Globo. No passado também ficou a profissão de fisioterapeuta, cuja faculdade ela suou tanto para pagar. Mas não está deslumbrada com a fama.

É uma garota simples. Tão simples que não se importou em almoçar dentro do carro, no caminho entre o flat onde mora, na Barra da Tijuca, e o bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro, cenário das fotos do ensaio que ilustra esta entrevista. Segurou um pote Tupperware nas mãos e comeu o espaguete com almôndegas no balanço do carro.

E seguiu com o sorriso calmo no rosto, o mesmo que aparece em O Profeta. Nada de mau humor ou ataques de estrela. Na verdade, Caroline Paola Oliveira da Silva (14/4/1982) tem gostado dessa nova rotina, apesar de nunca ter sonhado com ela.

Desde o dia em que nasceu, nunca havia morado em outro local senão na casa dos pais. Na adolescência, resolveu ser modelo para ajudar a pagar a faculdade de fisioterapia, que concluiu aos 22 anos. Como seu corpo curvilíneo não condizia com a magreza das passarelas, fazia comerciais e, com isso, decidiu se matricular em cursos de atriz. No último, há dois anos, conheceu o atual namorado, o professor Hudson Senna, 27.

Paola fazia eventos e fotos, até que protagonizou um comercial de suco em que esnobava Marcello Antony. O produtor de elenco de Belíssima viu e gostou. Então, Paola ganhou o papel da modelo Giovana. "Era para ser um papel pequeno, mas ele cresceu. Fiquei surpresa e feliz com a repercussão que teve e com os elogios de Silvio de Abreu", diz.

A moça já arrumava as malas para voltar a São Paulo quando recebeu novo convite. Desta vez para protagonizar O Profeta. Mergulhou de cabeça em cursos de atuação, estudou sobre os anos 50, decidiu abdicar das férias e esticar a temporada no Rio. Mas morre de saudade de casa e, por enquanto, não pensa em montar um apartamento para ela na cidade onde trabalha. Ao contrário, está ajudando a construir a casa dos pais, no mesmo bairro da Penha, onde está sendo erguido o quarto dos seus sonhos. "Chego a chorar de falta dos meus amigos, da minha família e do meu namorado. Mas é uma grande oportunidade e não posso perdê-la."


Quem é Paola Oliveira?
"É uma menina muito de bem com a vida, forte. Estou na vida para batalhar."

Qualidades
"Não sou egoísta, penso muito nos outros. Sou alegre, otimista, vivaz."

Defeitos
"Sou carente de pessoas e ciumenta com tudo: amigos, família e namorado."

Tipo de ciúme
"Olhar quem ligou no celular (do namorado) para checar quem ligou é básico. Mas admito que isso é uma invasão de privacidade horrível."

Na escola
"Sempre fui muito CDF. Quando cursava fisioterapia e precisava faltar por causa de um trabalho como modelo, entregava um gravador a minhas amigas, que gravavam a aula para mim. Nunca repeti de ano nem fiquei em recuperação. Mas cheguei a tirar umas poucas notas vermelhas. Meu pai (José Everardo, 56, militar reformado) era bem severo, cobrava boletim."

Ser atriz
"Eu era adolescente quando me inscrevi em um curso gratuito perto da minha casa. Meu pai foi comigo, sem saber exatamente do que se tratava. Na hora em que ele viu que era teatro, se assustou um pouco. Lembro que passei uma manhã inteira na fila para pegar senha para a inscrição. Consegui."

Primeiro cachê
"Serviu para pagar a minha faculdade. Eu banquei o primeiro ano e, quando não podia pagar, meu pai dividia comigo. Eu me orgulho disso. Recebia o cachê e falava: 'Puxa, a faculdade deste mês está paga'."

Primeiro trabalho
"Comecei a trabalhar aos 10 anos, na confecção do meu pai, que tinha meu nome: Paola. Ajudava a ensacar e carregar sacolas. Não gostava muito, não, mas depois descobri que foi importante. Eu me tornei uma pessoa prática e simples. Por exemplo: tem uns pontos que precisam ser dados no figurino? Vou lá e faço. Não dependo dos outros."
roberto secio


 
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