Rancho Folclórico e Etnográfico Montemorense
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2009-04-14

O Rancho Folclórico e Etnográfico Montemorense foi fundado a 19 de Fevereiro de 1986, é membro associado do INATEL e é constituído por cerca de 40 elementos. O concelho de Montemor-o-Novo, que se estende por uma superfície de 1.2130Km2 situa-se no coração do Alentejo, a meio caminho de Lisboa e da fronteira terrestre do Caia (Espanha).
Essencialmente rural, e escassamente povoada, região de planícies ondeadas de searas, montados e olivais, é também detentora de um riquíssimo património cultural, nomeadamente o património edificado, o artesanato, os usos e costumes tradicionais.
Cenário de povoamentos, vários ao longo dos séculos, quase todos eles assinalados no património existente, o Concelho tem na Gruta do Escoural, e nas Anta de S. Brissos e S. Geraldo provas indesmentíveis de que o cadinho lusitano começou a laborar cedo. Uma região com património cultural tão rico, deveria ter, quase forçosamente, um grupo folclórico que fosse recolhendo e preservando todas as tradições locais.
Em 1985 surgiu o Rancho Folclórico E Etnográfico Montemorense, que iniciou então um trabalho de recolha de trajes, modas, usos e costumes do povo, que lhe permite representar o Alentejo e mais propriamente, o concelho com autenticidade.
Assim, predominam as cantigas de trabalho e os bailes de roda campaniços. Sendo também características as polcas, as mazurcas e os puladinhos.
Baseados num trabalho de pesquisa em que foram utilizadas as mais diversas fontes, com vista a uma fiel reconstituição do modo de vestir, são utilizados os tecidos tradicionais como é o caso da chita, do riscado, da saragouça, da cachemira e do linho na confecção dos trajes apresentados nas representações do Rancho Folclórico e Etnográfico Montemorense.
São ainda utilizados utensílios de trabalho que caracterizam o traje. Temos então a foice, o sacho, o malho, o molhe de trigo, a tigela de fogo, a cirando, o gravato, e quando acompanhados da sua escola de folclore ainda são apresentados alguns brinquedos como o carro de cana, a roda de ferro, a fisga, e a boneca de trapos entre outros, o que acaba por dar um melhor retracto do modo de vida dos antepassados das gentes do rancho folclórico etnográfico Montemorense.
Luís Manuel Lobo Henriques

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