Últimos tópicos:
|
Hallo! Eu chamo-me Angelika Kaulitz(O.K., eu chamo-me Joana) e tenho 12 anos.
Sou completamente fanática pelo vocalista dos Tokio Hotel ( Bill) ,pois, ele é o único rapaz no Mundo que me faz sonhar mesmo acordada... Tamém ADORO o resto dos Tokio Hotel e adoro a minha family !
Adoro todos os meus amigos, especialmente as minhas "diabinhas": a Helena, a Sofia, a Ines Madalena e a Pamela
.Eu prefiro sempre dar ouvidos ao meu diabinho porque ele faz com que eu perceba que, por vezes, nós não podemos acreditar que alguns amigos duram para sempre...
mas, depois, há umas meninas chamadas Fani ( tmbm n xei pk tá xateada kmg max, pronto) e outras k tais k andam a por a minha turma kontra mim... max eu n fiko xateada por mim max xim pelo meu mano!
Sou uma miúda que cometeu muitos erros, comete e cometerá mas, o maior erro foi akreditar k tinha enkontradu o meu principe kom o meu 1º namorado.
Nexte momentu tou apaixunada por um rapax k n devia estar, n por n goxtar de mim mas, porque eu n keria gostar dele. :(
Max, mm axim konxideru k xou uma miúda xuper felix k luta pelo k ker e kuandu n luta é pk n vale a pena!
Agora tenho de esperar pelo dia 29 de Junho porque vai ser o melhor concerto do ano! TOKIO HOTEL FUR IMMER! BILL IST MEINE HOT EINZIGE LIEBE! Veja os últimos 5 tópicos:
Bill Kaulitz, vocalista dos Tokio Hotel, fala sobre os seus danos nas cordas vocais, a droga chamada fama e o seu próprio funeral.
Parte1
VF: Bill Kaulitz, como é que te sentes depois da cirurgia às cordas vocais?
BK: Bem, apenas me sinto como te tivessem enfiado um tubo de metal pela garganta abaixo enquanto estavas sobe anestesia geral, para te cortarem algo nas cordas vocais. Toda a gente sabe como isso é. Estou contente por isto ter acabado. Mas continuo a temer pela minha voz e sinto-me mal por ter cancelado os concertos.
VF: Quanto tempo terás de descansar?
BK: Não me permitem falar nos próximos 12 dias depois da cirurgia. Depois vou ter de estar 4 semanas na reabilitação de voz. Mal posso esperar por isso.
VK: Vamos falar do início. Diz-se que a criatividade alimenta a memória da dor e da flagelação. Como foi contigo?
BK: Acho que o que me magoou mais foi a separação dos meus pais. Eu tinha sete anos e não percebi isso. Isso influenciou-me muito. Há uma música sobre isso no primeiro álbum. Chama-se "Gegen Meinen Willen".
VF: Sabemos que o teu padrasto Gordon Trümper é professor de guitarra. O que é que faz o teu pai biológico?
BK: Ele é condutor de camiões e vive em Hanover.
VF: Quando tinhas 8 anos de idade a tua família mudou-se de Magdeburg para Loitsche, onde apenas vivem 700 pessoas. Como foi a experiência com esta mudança?
BK: Senti-me muito mal porque não sou uma pessoa do campo. Agora podem imaginar como eu e o Tom nos destacávamos. Eles olhavam para nós como se fossemos extraterrestres que são completamente loucos. A escola era horrível também. É difícil levantares-te às cinco e meia da manhã para apanhares o autocarro para Wolmirstedt e não estava em casa antes das quatro e meia. Como eu odiava isso! E sempre as mesmas pessoas na escola. Foi o pior tempo da minha vida.
VF: Como é que os vossos professores reagiam com os irmãos Kaulitz?
BK: O Tom e eu estivemos sempre juntos até ao 7º ano. Depois fomos separados devido a um castigo. Foi uma bofetada naquilo que realmente nos influenciava. Até aí fazíamos tudo juntos. Somos gémeos idênticos e muito próximos. Claro que lutamos para nos transferissem de novo, mas os professores diziam que não poderiam fazer isso porque tínhamos a boca grande. Eu não era pessoa que levantasse o dedo e falasse normalmente. Eu gritava sempre. A minha mãe era chamada todos os dias à escola.
Parte 2
VF: Como eram as tuas notas?
BK: Boas. Eu sempre tive uma média de 1,8. Isso é que irritava mais os professores.
VF: Os professores tinham autorização para te magoar?
BK: Não muito. Eu sempre tive muita autoconfiança. Eu ia para a escola assim porque sabia que toda a gente ia olhar e os professores iam falar disso (de ir com as unhas pintadas e o cabelo em pé). Eu gostava disso. Eu queria chamar à atenção com o meu estilo. As pessoas deveriam falar de mim.
VF: Há pouco tempo atrás, vocês terminaram o ensino secundário via correio. Isso foi importante para diferenciar uma omoleta do Hamlet?
BK: Bem, alguém teria de dizer a diferença. Mas o sistema da escola é pouco individual. Porque que é que eu estudo matemática se eu sei que nunca mais precisarei disso na minha vida? Eu comecei com a música no 8º ano. Toda a gente ficou boquiaberta. Mas só aprendemos os CVs do coração de algumas pessoas, nenhuma inspiração. Eu sempre tive más notas na música a cantar porque tínhamos de cantar as músicas de outros artistas. Era horroroso!
VF: Será que aquilo que dizem de que a música é um bilhete de saída da melancolia da província aplica-se a ti?
BK: Sim! Eu sempre pensei: Quero sair desta aldeia de m****, onde toda a gente conhece toda a gente! O pior de tudo é a vida diária. Eu odeio isso. É por isso que os Tokio Hotel são a coisa certa para mim. Todos os dias é diferente: Novas cidades, novas pessoas.
Parte 3
VF: Será alguém um dia tão importante como o Tom é para ti?
BK: Não. Eu não poderia imaginar a minha vida sem o Tom. Ninguém consegue descrever o quão próximos nós somos. É algo extraordinário. Temos muitas vezes os mesmos pensamentos e sonhos. Acho que nem precisamos de falar um com o outro.
VF: Muitos gémeos idênticos vêem as suas semelhanças e fazem paisagens destruidoras.
BK: Discutimos é claro. Mas quando temos uma discussão, é mau. Agredimo-nos e damos socos um ao outro. Há um ano atrás agredimo-nos um ao outro com cadeiras num quarto de hotel. Mas não fomos além disso. Batemos com a porta, um de nós desapareceu e dez minutos depois já nos estávamos a falar.
VF: Quem é o mais próximo de ti? O Bill pintado ou o natural?
BK:
Definitivamente o pintado. O Bill natural é como uma máscara para mim. Eu também andaria assim na rua se não fosse famoso. Pertence-me totalmente.
VF: Quem visitas na tua terra natal?
BK: A minha família.
VF: Os adolescentes famosos são dos artistas mais "corrompidos" porque se destroem a eles próprios quando são mais velhos. Fingirias que tinhas uma falha de vez em quando só para que a tua imagem fosse mais interessante?
BK: É bom mostrarmos que não somos perfeitos. Mas eu não quero fazer isso. Fazer algo para que os teus fãs se preocupem contigo e não te deixem é mau. O que eu odeiei mais no princípio foi que as bandas mais velhas e pessoas da editora pusessem rótulos para me mostrarem como isto funciona. Isso não funciona como conselho! Na nossa primeira vez com a editora, eles queriam dar-nos um estilista que iria trabalhar a nossa imagem. Eu continuei a não ter um estilista que me diz o que devo ou não vestir. Isso iria constringir-me. Nós decidimos sobre todos os concertos ou contratos por nós próprios porque achamos que é muito mau não ser auto-determinado.
VF: Quem está autorizado a dizer-vos "não"?
BK: Ninguém. Nem o nosso manager nem a editora. Os únicos de quem eu continuo a ouvir são os meus melhores amigos e a minha família. Quando fosse a minha mãe a dizer "Bill, isso é completamente louco!" eu iria pensar sobre o assunto.
VF: Os vossos pais ainda continuam em cima de vocês?
BK: Vou ter de dizer, a nossa mãe nunca fez isso. Fazer os trabalhos de casa era opcional. Ela deixava-nos livres mas sempre nos vigiava. Há uma grande confiança entre nós. Somos como amigos. Não há nada que eu não contaria á minha mãe. E nunca tive um segredo de que ela nunca soubesse. Quando cheguei pela primeira vez a casa embriagado ela disse-me para pensar sobre o que fiz, mas não precisava de ter medo dela.
VF: A tua mãe diz para não ligares ao teu cabelo nem que seja só no Natal?
BK: Não. Ela não se importa. Eu pintei o meu cabelo pela primeira vez aos 9 anos. Ele já esteve entre verde, azul, branco e preto. Eu fiz o meu piercing na sobrancelha aos 13 anos.
Cerca de 200 adolescentes femininos caem de êxtase nos vossos concertos. Elas seguram cartazes com slogans "Fuck Me Through The Monsoon". Como se sentem quando esses milhões de raparigas projectam em vocês as suas fantasias sexuais?
BK: Para ser sincero, não penso muito nisso. Às vezes olhamos uns para os outros e temos de rir porque não conseguimos imaginar que alguém tenha os nossos posters nas suas paredes. Mas eu sempre achei fixe poder estar pendurado nas paredes de alguém. No passado, eu sentava-me no meu quarto a pensar no que o meu ídolo Nena estaria a fazer, onde estaria e no que estaria a pensar. Agora até posso acreditar que as pessoas se sentem nos seus quartos e pensem em mim. Para mim, eu sou tão normal, somos tão pouco especiais para cada um.
VF: Quantas vezes pensas em ti na terceira pessoa?
BK: Às vezes. Mas acidentalmente. Quando não estou motivado para fazer alguma coisa, penso: Bill deverias fazer isso de qualquer maneira, porque é bom para a banda.
VF: A vossa aparência calma em público aparentam ser "arrogantes" para algumas pessoas. Há aí alguma diferença entre o personagem Bill e o Bill real?
BK: Guardamos algumas coisas para nós mesmos. Mas aparte disso, não há grandes diferenças. Nos últimos três anos temos andado a correr sem parar. Não há uma paragem quando chegas a algum lado e tens algum tempo privado. Mesmo em tour há câmaras atrás de ti o dia inteiro, 24 horas por dia. (...)
VF: Aqueles que invejamos raramente se sentem invejáveis. O que é mais irritante em ser o Bill?
BK: O meu maior problema é confiar. Eu difícil acreditar em alguém e deixar-me levar. Nos últimos anos eu não fiz muitos amigos novos e nunca me apaixonei. Quando conheço alguém sou muito cuidadoso e céptico e penso: O que está por detrás disto? Infelizmente quando alguém conhece alguém torna-se estranho ou vão contar tudo a imprensa. Se eu não fosse famoso, eu talvez me apaixona-se por alguém que já conheço à muito tempo.
Parte 4
VF: Quem te traiu mais?
BK: Eu não me deixei levar a um ponto em que alguém pudesse fazer isso. Eu visto um escudo. Sair e conhecer alguém sem contar a ninguém antecipadamente é a maior coisa que tens de esquecer. A minha vida é a vida que eu sempre quis.
VF: No problema da confiança, muitas vezes isso é razão para as estrelas sairem com outras estrelas?
BK: Sim. A Angelina Jolie não se tem de preocupar se o Brad Pitt está com ela apenas para ficar famoso. Uma celebridade prefere arranjar alguém que tenha a mesma vida que ela. As minhas namoradas nunca entenderam porque é que eu ia para a sala de ensaios depois da escola e porque preferia actuar em bares no fim-de-semana em vez de ficar em frente à TV com elas. Claro que é muito mais difícil hoje em dia. Quem quer viver esta vida contigo? E claro que a pessoa terá de entender que não podes sair durante toda a vida.
VF: Quando foi a última vez que estiveste apaixonado?
BK: Há três anos e meio atrás. Ainda não encontrei o meu grande amor. Acho que nem toda a gente o encontra. E se encontrar, é só um. Na minha situação, vou precisar de muita sorte para o encontrar.
VF: Com 18 anos, não preferes curtir com alguém de alguma forma?
BK: Não sei. Precisamente por causa desta vida eu prefiro encontrar o meu grande amor em vez de curtir. Eu quero partilhar o pouco tempo livre com alguém em que eu sei: Está é a tal!
VF: Já disseste "Amo-te" a uma rapariga?
BK: Sim. Mas eu não deveria. Eu deveria ter dito "Gosto de ti". Com a mais velha que eu tive, a mais séria, eu percebi essas diferenças. O Tom provavelmente diz "Amo-te" a uma rapariga para a levar para a cama.
VF: Vocês competem pelas raparigas?
BK: Gostamos do mesmo tipo de raparigas. E as nossas namoradas eram sempre amigas mútuas. E isso era bom porque elas saíam juntas connosco. O nosso primeiro beijo aconteceu com a mesma rapariga. O Tom foi o primeiro. No dia seguinte, ela beijou-me a mim. No fim acabamos com ela. Ó meu deus, pensamos que era horrível – o beijo foi horrível.
VF: Que idade tinhas?
BK: Onze. Ela tinha mais três anos e era mais experiente.
VF: Quando é que o Tom teve sexo pela primeira vez?
BK: Aos 14 anos, se me lembro.
Parte 5
VF: É dito que o Tom anda com mulheres como se não houvesse o amanhã.
BK: Eu deixo-o fazer o que quer. Ele tem a coragem de estar com qualquer pessoa todas as noites. Eu não tenho vontade disso. Mas somos sempre diferentes nisso.
VF: O teu colega Robbie Williams uma vez disse-nos que havia duas groupies na Alemanha. Uma quer tirar uma foto durante o sexo para ter a prova para mostrar aos seus amigos. O outro diria "Robbie, tens certeza que os teus sentimentos são reais por mim? durante o sexo.
BK: O Tom também me disse isso. Desde que estamos em Tour, eu não levei ninguém para a cama. Isso é nojento para mim, de ter alguém que nem sequer conheço na minha cama todas as noites. Eu ainda não cheguei a esse ponto. Eu não teria a confiança necessária para levar uma rapariga para o meu quarto por uma noite. A única coisa privada que tu tens durante a Tour, é o teu quarto de hotel. E deixar alguém dormir lá por uma noite – não, eu seria realmente céptico.
VF: Tu já tiveste sexo?
BK: Eu quero que isso fique o meu segredo.
VF: Surpreende-te que as pessoas pensem que és gay?
BK: Não de todo. Muitas pessoas têm esse cliché: maquilhagem + cabelo = gay. Eu queria acertar essa declaração mas agora não é o caso. Todas as pessoas fazem aquilo que querem. Uma coisa não tem que ser necessariamente a outra.
VF: O que farias se fosses uma mulher por um dia?
BK: Eu definitivamente não iria envolver-me com o meu irmão.
·riamente de outro mro miuVF: Mas?
BK: Oh meu deus, o que faria eu? Provavelmente o que faço agora.
VF: O que gostarias de proibir ás raparigas?
BK: Serem ciumentas, porque o ciúme é muito importante. Quando estou apaixonado eu imediatamente reclamo com tudo e não a abandono mais. Eu ficaria maluco se a minha namorada me dissesse: "Bill, eu não quero saber de todas essas raparigas histéricas. Eu confio totalmente em ti."
VF: Alguma vez foste enganado?
BK: Não. Eu também nunca enganei ninguém. Fidelidade é uma das coisas mais importantes para mim.
VF: Como chateaste as tuas namoradas?
BK: Eu falo muito alto. O dia inteiro. E sempre com mãos e pés. E eu não deixo ninguém falar. Toda a gente fica chateada com isso.
VF: O que é mais difícil: amar outra pessoa ou amar-te a ti próprio.?
BK: Amar-te a ti próprio. É realmente difícil de aguentares com tudo o que tu és. Há incrivelmente muitos momentos em que estou inseguro e gostaria de cavar um buraco para me enfiar, puxar um cobertor por cima de mim e deixar-me ficar lá por um ano. Ás vezes estou contente por estarmos nesta pressão e termos um concerto atrás do outro, deste modo não tens tempo para pensar demasiado. Não tens simplesmente tempo para a solidão.
Parte 6
VF: Podes ainda sobreviver sem uma Celeb-Sitter?
BK: Eu não consigo ir a uma padaria. Por isso é claro que alguma pessoa tem que fazer isso. Mas o meu problema é que sou incrivelmente perfeccionista. Eu não deixo outras pessoas fazerem isso. É anormal e está cada vez pior. Todas as coisas têm que ser feitas por detalhes, porque preciso de saber exactamente o que está para vir. Se não eu fico doido. Isso stressa o Tom completamente. Embora eu pague a muitas pessoas para aliviarnos de algumas coisas. Mas nos criamos isto, por isso é difícil para nós quando outras pessoas "deitam a mão" nos Tokio Hotel.
VF: Também controlas as tuas finanças?
BK: Sim, eu faço isso desde que tenho 13. Eu tenho acesso a tudo e controlo isto como controlo a minha carreira.
VF: Sabes quantos milhões tens?
(Uma mulher com um placar da editora grita do fundo: "Não há conversas sobre dinheiro!")
VF: Quando vais comprar a vila dos teus pais?
BK: Logo que eu me possa dar ao luxo disso. Eu definitivamente quero viver com os meus pais. Nós somos tão chegados, eu não pensaria nisso como sendo um esforço. Não há limites onde eu poderia dizer: "O meu deus, agora vão-se embora."
VF: Vamos assumir que és raptado. O que seria uma quantidade razoável de um resgate?
BK: Tanto como todos os meus amigos poderem ficar juntos. Claro que eles deveriam de reaver o dinheiro no fim.
VF: O que pensas sobre a queda da Britney Spears?
BK: Eu percebo como uma coisa dessas pode acontecer, porque nos temos a mesma vida. Outras pessoas provavelmente pensam: "Ela tem dinheiro, ela alcança tudo, porque não relaxa ela?" Eu não posso imaginar-me sendo um artista solo e estar sozinho na estrada todo o tempo. Eu não confio em mim mesmo para carregar essa enorme pressão sozinho.
VF: Madonna em 1991 disse: "Eu só estarei feliz quando for tão famosa como Deus". És tu congenial?
BK: Claro que é uma declaração engraçada. Mas eu não consigo realmente perceber isso, pois não há um fim. Tu não dizes simplesmente: "Bem, agora sou famoso na Alemanha e isso basta". Tu aspiras ser toda a gente, o mais famoso possível. Mesmo que eu fosse imensamente rico e tivesse uma ilha própria, eu continuaria com a minha carreira. É certo: Fama é uma droga. A desintoxicação seria um golpe, eu quase não seria capaz de lidar com isso.
VF: Se as drogas não fossem ilegais: o que gostarias de experimentar?
BK: Alguma coisa que me relaxasse e que não me levasse a precisar de controlar tudo.
Parte 7
VF: És uma estrela nos teus sonhos?
BK: Um dia tive um pesadelo: Eu deitado na cama, num quarto feito de video e tudo à minha volta eram só fotógrafos, que tiravam toneladas de fotos minhas. Eu disse para a nossa equipe: "Merda, merda, podem tirá-los daqui?" Mas um deles disse: "Não, eu não posso fazer isso. Tens um compromisso e adormecestes." Mas eu nunca faltei a um compromisso. Eu tenho sempre 3 despertadores, por isso não adormeço. E eu nunca sou impontual.
VF: Porque é que ninguém ainda te viu a dançar?
BK: Eu nunca danço. Eu simplesmente sento-me num canto, as menos que esteja bêbado. Eu faço isso depois. Eu penso que dançar é uma coisa de mulheres. Mesmo que isso possa parecer atrasado: Somente as raparigas têm que dançar por todo o lado.
VF: Ás vezes pensas sobre o teu próprio funeral?
BK: Eu tenho que dizer sim. Os meus amigos, que têm a mesma idade que eu, também pensam sobre isso. Tu imaginas quem poderia estar lá e quem poderia realmente chorar por ti.
VF: Qual música deveria ser tocada no teu enterro?
BK: "Magic Dance" do David Bowie do filme "Labirinto". É uma canção muito divertida e o "Labirinto" é um filme sobre a minha infância e eu adoro ainda cada pedaço dele.
VF: O que irás vestir no teu caixão?
BK: Eu vestir-me-ia todo de preto e com um casaco de cabedal. O meu último desejo seria que o meu cabelo estivesse arranjado. Eu espero que tenha ainda cabelo. Se não, alguém devia de me colocar uma peruca. |

Aquela que era uma espécie de santuário para as fans dos TH, uma simples paragem de autocarros, talvez a mais famosa da Alemanha, mesmo em frente á casa dos gêmeos Kaulitz, em Loitsche aquela em que eles apanhavam o autocarro para a escola ás tantas da manhã todos os dias da semana (e muito se queixam eles de terem feito isso), completamente cheia de desenhos, mensagens delas para a banda ou para determinados elementos, foi destruida por um grupo de 30 adolescentes.
A Policia está neste momento a tentar descobrir quem foram os responsáveis. |

Estes 2 ursos bebés, de um Zoo da República Checa, foram baptizados com o nome de Bill e Tom. Os nomes foram escolhidos via internet, através de votos. Segundo o artigo, no Zoo ninguém sabia que os nomes estavam relacionados com a banda alemã. |

Estava sozinho e perdido andando sem ter pra onde ir
Tingindo de branco um pequeno suspiro
E na mudanca desta estação passageira
Sem motivos derrubei uma lágrima
[eu ainda te amo...]
A tristeza que chove se transforma numa neve branca
Não parava de observar o céu
Se for possível que meu desejo se realize agora
Antes que este corpo desapareça
Quero que me abraçe forte novamente
Te feri por não poder te entender
Mas mesmo assim vc era tão gentil
E a promessa gravada no anel que fora entregue sutilmente
Não se realizou
[eu ainda lembro...]
As lembranças que se passam são tão ofuscantes
Queria ter ficado perto de vc por mais tempo
Não poderei te encontrar nunca mais, por isso não quero que você
Que sempre me apoiou, mude
Não consegui apagar a última lágrima que me mostrara
Mesmo que desapareça junto com essa neve branca
Quero estar florescendo sempre dentro do seu coração
Não esqueça o calor que sentimos quando nos abraçamos
Mesmo que ame e já tenha alguém prometido
Quero cair num sono profundo sem largar a sua voz
Que ouvi da última vez
A tristeza que chove se transforma numa neve branca
Não parava de observar o céu
Se for possível que meu desejo se realize agora
Antes que este corpo desapareça
Quero que me abraçe forte novamente
[quero que me abraçe forte novamente...] |

eu n percebo a minha turma (mais propriamente a ****, a **** e a ****** pk num dia tão xateadax e nu outro xão ax melhorex pexoax du mundu!!!
e depoix ax pexoax k tmbm xofreram mt kom ixu dexkulpam num inxtante!
xinxeramente, n perxebo |
|
|