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Arquivo 2007 Março Abril Maio
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Torna-se difícil estabelecer um conceito final sobre crime organizado quando, por um lado, se esta perante múltiplas e renovadas praticas de índole criminal, desencadeadas por grupos ou redes em permanente adaptação dinâmica e, por outro lado, encontramos “utilizadores” do mesmo com graus de exigência conceptual e requisitos práticos diferenciados, consoante os diferentes fins perseguidos: investigação criminal, acção de juízo criminal, exercício do poder legislativo.
O meu nome é Artur Victoria. Como responsável da representação da A.D.E.S.G. Europa uma breve explicação institucional.
Os nossos estudos têm carácter interdisciplinar, enfatizando o Poder Nacional, a procura de opções estratégicas enquanto colige dados da realidade actual, para visualizar o futuro, por análise. A metodologia de planeamento e decisão, debaixo da óptica de ferramentas diferentes e aplicações apropriadas para cada estudo ou investigação, considerarão a essência democrática do cidadão, da administração pública, enquanto impondo a aplicação de meios para o conseguir dos Objectivos Nacionais e dos segmentos diferentes da Sociedade. O estudo, análise e debate de questões de interesse nacional, enquadram o priorado da segurança do ser humano e do Bem. Veja os últimos 5 tópicos:
 Obedecendo a uma estrutura piramidal complexa, as "Tríades" organizam-se normalmente em cinco secções (Administração, Finanças, Recrutamento, Educação dos membros e Operações), não costumando ter mais do que 120 membros cada uma (a partir deste numero de membros, geralmente, forma-se outra "Tríade", com ligações á primeira). Os membros são conhecidos por números (para o líder máximo - "Shan Chu" - o nº. "489"; para o chefe de cerimónias e iniciação - "Heung Chu" - o nº. "426"; para o responsável pelo sector de contactos com outros grupos, o nº. "432"; para os membros ordinários, o nº "49"). |
 A História ensina que não existe uma vontade política que seja totalmente independente das relações de força, encontrando-se sempre condicionada pela posse, número e qualidade dos sistemas de armas disponíveis.
Também se verifica que o comércio dos armamentos é um dos grandes suportes da política e da diplomacia dos Estados e ainda um trunfo poderoso das respectivas economias, pois representa uma área do domínio das tecnologias de ponta asseguradas por financiamentos regulares e sustentados, por estes encargos constituirem matéria do domínio da segurança de cada Estado.
Traduz-se afinal, em termos coerentes, numa importante componente da soberania nacional, de uma afirmação de vontade em ser sujeito activo no importante domínio das relações internacionais em vez de ser apenas objecto; e na manutenção de uma declaração perene de independência e de autonomia de decisão em tudo que diga respeito aos objectivos últimos que implicam com a própria defesa.
Na área concreta das exportações, a indústria de armamento representa um eficaz e previligiado instrumento da Politica Externa de uma nação. Também oferece aos jovens Estados amigos a faculdade de exercerem os seus legítimos direitos inerentes à recém-adquirida independência, fora dos constrangimentos políticos geralmente impostos pelas potências maiores.
O comércio de armamentos é um negócio do domínio do Estado e não se encontra colocado ao serviço de interesses particulares. É neste sentido muito rigoroso que ele é, ou deve ser, seguido e praticado pelas potências industriais.
Por má informação dos media e pela imagem transmitida pela televisão e pelo cinema, o comércio de armas suscita quàsi sempre a reprovação de alguns sectores da opinião pública, por parecer apenas inspirado por interesses mercantís e por haver a tendência para o associar à inquietante figura do traficante de armas, este representando uma realidade negativa do sector.
Contudo, a esmagadora realidade è outra, bem mais saudàvel e bem mais aceite, e revela-se na verdadeira imagem da Empresa estatal que trabalha sob controlo governamental e que se esforça por fornecer ao seu país os meios indispensáveis de suporte à sua política.
Numerosos casos históricos têm demonstrado que aqueles países que sistematicamente se encontram desarmados, tornam- -se presa fàcil da cobiça estrangeira, e campo de acção e vítimas de lutas impiedosas. Foi o caso do Líbano, que pretendeu tornar-se um Estado sem assegurar os meios que lhe permitissem defender a sua soberania; foi e ainda é, o caso do Cambodja, onde as armas desempenharam um papel muito menos importante do que o emprego do bastão e da tortura; e foi mais recentemente aquele da Bósnia onde uma república mal armada se tornou presa fácil dos vizinhos sérvios.
Quanto às vantagens do comércio de armas, afinal as mais tangíveis, elas são muito mais numerosas e de natureza militar, política, social e ecuménica.
Aquelas que resultam da standardização dos sistemas de armas entre os aliados tornam-se cruciais, por favorecerem a interoperabilidade das Forças Armadas e portanto a sua eficácia de desempenho em situações de exercícios conjuntos ou de guerra.
A venda de armas também permite adquirir vantagens e influência sobre o país comprador, pois este passará a depender do Estado vendedor para a obtenção de sobressalentes, de “spares” em hardware e de munições, o que fará diminuir ou mesmo cessar eventuais formas de pressão sobre este último.
O país vendedor benefícia ainda de vantagens acrescidas em permanência resultantes directamente da exportação dos armamentos, pois as vendas são geradoras de divisas, ajudam a equilibrar a balança de pagamentos e repercutem-se sobre os níveis de emprego em geral, havendo países com mais de duzentos mil trabalhadores dependentes da existência desta industria. |
 Estão a ser reunidos dados para serem apresentados na Internet, divididos por países, para aperfeiçoar a troca de informações entre profissionais da justiça criminal e promover a cooperação internacional.
Estes dados cobrem:
A origem dos grupos criminais em atividade, com uma visão geral de seus aspectos e características especiais.
A legislação nacional apropriada para a assistência legal mútua e extradição, além de uma revisão dos mecanismos institucionais empregados na luta contra o crime organizado.
Os procedimentos usados pela cooperação internacional em questões relativas ao crime organizado e à identificação das agências governamentais designadas como pontos focais, para facilitar o contato.
No futuro, espera-se que uma "central de apoio" operada em conjunto com a Associação Internacional de Promotores servirá como ponto de acesso a promotores e outros operadores de direito que procuram assistência específica. Um sistema de monitoramento está sendo desenvolvido para uma assistência técnica mais detalhada.
Avaliação das Tendências do Crime Organizado
Informações precisas que forneçam uma visão geral do crime organizado e dos esforços dos países em contê-lo são pré-requisitos essenciais para a definição de respostas apropriadas ao problema, incluindo a assistência técnica do UNODC para a cooperação entre países. |
 Os mestres do crime organizado adquirem seu capital de maneira ilegal; eles aumentam-no da mesma maneira; para lhe fazer dar frutos, multiplicar e prosperar, eles utilizam igualmente estratégias criminosas. O agente da criminalidade econômica procede diferentemente: seu capital – empresa industrial, comércio, banco, terras, etc. – ele comprou, herdou ou criou da maneira mais legal possível. Mas se ao longo do caminho surgem obstáculos, se uma crise ameaça destruir seus lucros, ou o capital, ele recorre aos meios criminosos.
ZIEGLER (2001, p. 56) |
 Grupos terroristas usam a Internet para divulgar propaganda. Atrás em 1998 de fevereiro, Hizbollah tinha três sites na web: um para o escritório de imprensa central (www.hizbollah.org), outro para descrever seus ataques em objetivos israelitas (www.moqawama.org), e o terceiro para notícias e informações (www.almanar.corn.lbj.s) |
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